sexta-feira, 25 de junho de 2010

Equipe Sub 13 de Montes Claros


A equipe sub-13 de Montes Claros enfrenta o time de Curvelo


Depois de empatar as duas primeiras partidas do Campeonato Mineiro da categoria, o time sub-13 de futsal da Prefeitura de Montes Claros volta à quadra no próximo domingo (27), quando vai enfrentar a equipe de Curvelo.O jogo será às 12 horas, no ginásio Ana Lopes (Parque Municipal). Nas duas partidas que já disputou, o time, comandado pelo treinador João Batista (Tista), empatou em 4 a 4 com a equipe do Sesi/Pirapora, e em 6 a 6, com a equipe da Prefeitura de Itabira.
Para o técnico da equipe João Batista (Tista), “a equipe está preparada para vencer, e estamos dispostos a sair de quadra com a vitória e a classificação à próxima fase da competição. Gostaria de agradecer também o apoio do Montes Claros Tênis Clube (MCTC), através do presidente Geraldo Altamiro (Tatú), e a prefeitura de Montes Claros, que sempre tem atendido a todos os nossos pedidos”.
A equipe é composta pelos atletas: Bruno Azevedo, Bruno Gabriel, Bruno Santos, Christian Rodrigo, Felipe Oliveira, Guilherme Oliveira, Gustavo Veloso, Lucas Emanuel, Luiz Fernando Dias, Marcello Vinicius, Marcos Mendes, Matheus Werneck, Nicolas Gomes, Rodrigo Alves e Vicente Ribeiro. (Leonardo Maciel) Gazeta Norte Mineira 24 junho 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Semana Municipal antidrogas



































Semana Municipal Antidrogas




A prefeitura de Montes Claros, através da Secretaria Municipal de Defesa Social e Transportes (Seção de Prevenção Contra as Drogas), dentro da programação da Semana Municipal antidrogas, promoveu dia 23 de junho 2010, no Ginásio Darcy Ribeiro da Praça de Esportes - MCTC, das 08 às 12 horas, oficinas e palestras , com o tema “o desafio da construção de uma rede de cuidados em álcool e outras drogas”.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Arraiá da APAS
























































O “I Arraiá da Associação de Promoção e Ação Social (APAS), levou muita gente à Praça de Esportes, no sábado, 19. Além do forró de “Juventil e Banda”, o arrasta pé da solidariedade, contou com a realização do concurso de quadrilhas, disputado por 320 alunos dos Centros de Convivência. O 1º lugar foi para o Centro de Convivência Raimundo Neto, localizado no bairro São Geraldo I, que ganhou um computador com tela LCD. Em 2º lugar ficou Centro de Convivência Curumim, na Vila Anália, e foi premiado com uma televisão. O Programa Integração AABB comunidade, ficou em 3º lugar.
O forró da APAS envolveu toda a equipe pedagógica, os alunos e familiares. O cartunista Márcio Leite foi um dos jurados. Ele destacou a satisfação e a importância da festa. “Adorei ver as performances das quadrilhas apresentadas pelos alunos dos centros de convivência, numa festa de interação e de cunho social”, comentou. Toda a renda arrecadada será usada nos projetos desenvolvidos pela entidade.
Quem também se divertiu foi Edilamar Mota, irmã dos gêmeos Eiman e Eduardo Mota, de 11 anos, estudantes do Programa Integração Comunidade. “Essa festa foi ótima. As quadrilhas e a pescaria foram o que mais gostei. Meus irmãos adoraram a pescaria, pois, ganharam brinquedos bacanas”, comemorou.O prefeito Luiz Tadeu Leite, a primeira-dama e presidente da APAS, Stela Gleide Martins Leite, e os secretários de Cultura, Ildéu Braúna e da Fazenda, Pedro Narciso, também estiveram no Arraiá da APAS

Bem te vi




As cores e as visitas da praça neste friorento mês de junho de 2010

Os Bem lançados

OS BEM LANÇADOS
Raphael Reys“

Em homenagem ao figuraça Márcio Milo que nos deixou e deixou saudades

”No tempo da linha dura, de 1964 o point noturno da sociedade jovem montes-clarense era o footing da Praça Coronel Ribeiro. Relatei os fatos numa crônica publicada em dezembro último, na imprensa local.Os rapazes bem dotados tinham o fã clube feminino, que era composto pelas bem lançadas moças da época; por levarem vida sedentária, resolveram jogar futebol de salão diariamente no Montes Claros Tênis Clube, a nossa Praça de Esportes.

Como a quadra era freqüentada por outros grupos de jovens e equipes de bancários e comerciários, logo se estabeleceram rivalidades. O fã clube das garotas sempre presente aos treinos, para aplaudir os rapazes componentes do time Showciete, apelidado de Os Bem Lançados.
Dentre muitas, hoje já avós, As irmãs Marly e Marci, que foram miss Montes Claros, Tetê Santa Maria, Valéria, Zione Drumonnd e outras beldades.Moças usavam a fragrância de Chashemere Bouquet e os rapazes o romântico perfume Gardênia. Elas vestiam saia, anágua, blusa buclê, ou banlon, diadema na cabeça. Eles, calça jeans Roebuck, camisas Prist, ou Mac Gregor, sapatos Clark, Samelo, relógios Mido, cabelos cheios, isqueiros Ronsons Typon e cigarro Capri.Bebia-se Martini Dry, Cinzano Rossi, Cuba Libre, Hi fi, vodka Smirnof, gim tônica, acompanhados com tira-gosto de canapés.
Comia-se baião de dois no Restaurante Mangueirão, tomava-se Vaca Preta e Vaca amarela no Bar do Cambuí, dançavam-se na Juventude em Brasa do Automóvel Clube, nas horas dançantes do Clube Montes Claros, da boate da Praça de Esportes além dos clubes volantes e na festa junina da Fazenda Quebradas, de Pedro Veloso.Na equipe do Showciete, os bem lançados: José Eustáquio, Piondoba, que fechava o gol, Geraldo Renã, Fernando Etiene, Mimí, Márcio Milo,o galã do bairro São José dentre outros, atraiam a atenção da moçada da jovem guarda.Alguns passeavam pelas ruas com modernos carrões Aero Willes, Simca Chambord, Dauphine, usando perfume Gardênia.A tragédia levou alguns jovens da época. Tony Boy, no acidente da ponte da Cowan e Paulinho de dona Emília, no seu Chevete 74.
Lá pelas tantas da noite a galera caia na gandaia e ia farrear nos lupanares, que pululavam nas nossas noites tupiniquins. Românticos cabarés de luxo, onde se podia apreciar a beleza das estrelas de Vênus.
Verdadeiras deusas da beleza, a Aurora e seu sex appeal estonteante, Etelvina, Eliana e o desempenho de Maria da Lapa, uma potranca curraleira de longo fôlego, que pulava tanto que jogava o parceiro fora da cama!Para encerrar a farra e já no lusco-fusco da manhã, era hábito degustar um bom baião de dois no Restaurante Mangueirinha, acompanhado de uma cerveja Malzbier, para produzir o efeito descarborizante.Nós temos história, somos da roça, mas somos chiques!

Márcio Milo e Outras remiminiscencias

MÁRCIO MILO (30.06.1939 - 12.06.2010) E OUTRAS REMINISCÊNCIAS...


Eu o chamava de MM. Duplo M... Marilyn Monroe... Esta lhe escapou.Outras Marilyns foram por ele seduzidas neste imenso norte de Minas e alhures. Finalmente, encontrou o verdadeiro amor, casou-se e aquietou-se.Conheci MM na Radioluz, loja de eletrodomésticos que ele compartilhava com os irmãos Gera Renan e José Eustáquio, o Pindoba. Ali eu adquiria meus Lps de Elvis, Ray Charles e Sinatra. Depois vieram Beatles, Stones, Led, e meu gosto musical se ampliou.

Certa ocasião, ali na loja, comprei dele um bilhete e ganhei a rifa de um relógio Mido com não sei quantos rubis...Sempre o via na Crystal, óculos de sol, com os eternos companheiros Mimi, Agnaldo, Edvar Róró e Waldir Aguiar. Inseparáveis.

Quem se dispuser a consultar as colunas sociais dos anos 60 e início dos 70 verá o quinteto citado aqui e ali. Estavam em todas.
Após a happy-hour na Crystal ou em algum outro bar do centro, iam para casa, se banhavam, se perfumavam (infelizmente o perfume então em moda era o repelente Lancaster, argentino...) e saíam para namorar. Logo mais voltavam a se encontrar na Crystal - espécie de quartel-general -, de onde partiam para algum dos cabarés, que à época não eram poucos.Eu, meninote ainda, os invejava. Vestiam-se bem, no Camiseiro (ah, as camisas Volta ao Mundo...) ou na Renner, possuíam lambretas e vespas e namoravam as garotas mais bonitas da cidade. "Meu tempo ainda há de chegar", pensava e me conformava.

Chegou antes do que eu imaginava. Nos chamados anos dourados, meninos de 14/15 anos fumavam, bebiam, jogavam baralho, sinuca e porrinha e não poucos frequentavam o baixo meretrício. Foi por assiduidade a tais "antros de perdição", no dizer de padre Dudu, que um dos nossos ganhou o apelido que ainda hoje o acompanha: Jim Bordel. De certa feita nosso herói, o Jim (Conto ou não? Conto!), simplesmente mudou-se de mala e cuia para um dos quartos do palácio da célebre Roxa. Apaixonara-se por uma felina de seus 18 anos. Seu pai, o saudoso Ney, abordou a garota e lhe pediu, diplomaticamente, que deixasse o filho. Diante da negativa, ofereceu-lhe então um cheque em branco, dizendo: "Preencha-o com o valor desejado e abandone a cidade em 24 horas!" Como resposta, recebeu na cara o cheque rasgado em tiras. É mole?Voltando a Márcio, este era o que se chamava boa praça. Amigo de todos, leal, de fino trato e dono de um humor contagiante. Às vezes enervava-se, porém coisa passageira. Incentivou como poucos o esporte local, sobretudo o futebol de salão, fundou e dirigiu clubes sociais (quem não se lembra do volante Gardênia?). As horas-dançantes, sem ele e o quarteto que o acompanhava, perdiam a graça, segundo testemunhas de então.

Como sói acontecer, Márcio tinha um sério rival, o não menos simpático e bonito Felisberto Oliveira, um gentleman. Viviam no empate/desempate no que se refere à pegação de garotas. Tratando-se de vedetes nacionais, a exemplo de Eliana Pitman e outras de igual calibre, ponto para Felisberto (ele as contratava no Rio de Janeiro, para shows do clube Montes Claros, este presidido por seu pai, o grande jornalista Jair Oliveira - dono da maior parte da mídia local: Gazeta do Norte e ZYD7, emissora de rádio). Félix - assim eu o chamava - chegou a ficar com a vetusta Virgínia Lane! Márcio Milo, por seu turno, não perdia o élan: desempatava a eterna partida através da conquista de alguma miss ou glamour-girl. Faturou mais de seis!Fiquei mais próximo de Márcio quando seu irmão Ricardo e eu, colegas de classe no marista São José, nos descobrimos como fãs dos Beatles e decidimos formar um conjunto musical.

Como faltavam dois componentes, iniciamos como dupla, a exemplo da inglesa Peter and Gordon. Márcio nos incentivava e conseguia que tocássemos nos intervalos do conjunto de baile Les Chèris nas horas-dançantes matinais (das 10 às 14h), aos domingos, da boate da Praça de Esportes. Quem era quem, no dizer de Lazinho Pimenta, ali comparecia. O cuba-libre e o hi-fi rolavam soltos às 10 da manhã! Uma coisa, Arthur!
Ficávamos apenas na coca ou no crush, Ricardo e eu.

Coisa de um ano ou menos já tínhamos o conjunto montado, com o acréscimo de Lelas (João Batista Macedo) e Patão (Hélio Guedes).

Beto viria depois, com a saída de Lelas. Nascia aí os Brucutus, que,juntamente a mais 35 bandas de rock (então chamadas conjuntos), viriam sacudir as estruturas da velha Moc. Havia até mesmo um conjunto feminino, o Wood Face Girls (Garotas Cara de Pau, porque rock and roll era coisa para meninos...), formado por Hilda Nascimento (bateria), Nair Maurício e Lucinha Teixeira (guitarras) e Celeste Priquitim (baixo).Márcio logo nos conseguiu um empresário, seu dileto amigo Waldir Baiano, merecedor de um livro a seu respeito. Era o que nos faltava, pois era o mais louco de todos nós. De uma tacada adquiriu todo o equipamento necessário ao conjunto: bateria, guitarras, baixo, amplificadores de som, caixas de voz, microfones... Patão e eu acompanhamos a compra da "aparelhagem" na Mesbla, em BH. Dez prestações, pagas religiosamente. Dona Lourdes (tia de Márcio) avalizara - temerosamente - a transação...Márcio continou incentivando a música.

Logo vieram Rafa Milo (filho de Ricardo e Rita), Marcelo (filho do próprio Márcio), Leo Lopes (seu genro), Maurício Teixeira, Henrique Tourinho (Buts), Ian e Gabriel Guedes. E ele, Márcio, sempre torcendo por todos. Nos últimos anos, aposentado, dividia suas muitas histórias com a turma do café Galo, defronte à sua velha e amada Crystal.

Ficam aqui, MM, o nosso agradecimento e a nossa eterna saudade. We`ll meet again* Valeu, MM! Vlw memo, flw, te+!*We`ll meet again (Encontrar-nos-emos novamente) é uma canção interpretada pela banda folk americana The Byrds (selo CBS, 1965).P.S.: Li esta crônica para Ricardo Milo antes de publicá-la. Ele comentou: "`É isso aí, Cabs." E acrescentou: "Quando Márcio saía de casa com aquele seu terno preto brilhante, camisa imaculadamente branca e gravata vinho com o nó irretocável, balançando a cabeleira loura, eu pensava: alguém vai sucumbir...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Projeto Natação para Deficientes Visuais





O Presidente da Praça de Esportes - MCTC e integrantes do Projeto de Natação para Deficientes Visuais , em visita ao Hospital de Olhos do Norte de Minas com objetivo de firmar parceria.